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Bianca Salles

A inclusão não termina na contratação. Nem na matrícula.

Palestras, assessoria e acompanhamento para empresas e escolas que já têm pessoas com deficiência dentro.

São 30 minutos, sem custo e sem apresentação comercial. Você sai sabendo o que trava aí dentro, mesmo que a conversa certa não seja comigo.

Bianca Salles sentada num banco alto, sorrindo com o microfone na mão durante uma palestra numa biblioteca.
Capa do livro Fui capacitista, e agora?: fundo verde e uma ilustração de rosto com as mãos puxando uma faixa sobre os olhos.
Fui capacitista, e agora? Editora Senac, 2025
+30palestras
+13eventos organizados
DoutoraEducação Especial, UFSCar
AutoraEditora Senac, 2025

Palestras e formações entregues em:

  • Electrolux
  • Serasa
  • Senac
  • Unicamp
  • UFSCar
  • Comitê Paralímpico Brasileiro
  • Reatech
  • Gerando Falcões
  • Uni Curso e Colégio
  • Prefeitura Municipal de São Carlos
Mapa do Brasil com um ponto em cada cidade onde Bianca Salles já deu palestra ou formação: Recife, Salvador, Porto Alegre e nove cidades do interior de São Paulo.

De São Carlos, onde eu moro, até Salvador, Recife e Porto Alegre.

Presencial em qualquer lugar do Brasil, e online quando o formato pede.

  • São Carlos, SP
  • São Paulo, SP
  • São José dos Campos, SP
  • Limeira, SP
  • Salto, SP
  • Mogi Mirim, SP
  • Ourinhos, SP
  • Registro, SP
  • Miracatu, SP
  • Salvador, BA
  • Recife, PE
  • Porto Alegre, RS

As três perguntas que eu faço quando chego.

A resposta quase nunca vem pronta.

Se você é de uma empresa

  1. Quem vai receber a pessoa com deficiência foi preparado antes de ela chegar?
  2. Alguém acompanha os primeiros noventa dias?
  3. Se a fiscalização batesse à porta amanhã, vocês teriam o que mostrar?

Se você é de uma escola

  1. Cada aluno com deficiência tem plano individual documentado, ou ele só existe no discurso?
  2. Alguém na escola se comunica em Libras?
  3. Se o Ministério Público perguntasse hoje, vocês teriam o que mostrar?

Se você travou em alguma delas, é exatamente sobre isso que eu quero conversar.

O mercado inteiro sabe vender contratação. O problema aparece depois.

A pessoa entra, a liderança não foi preparada, ninguém acompanha os primeiros meses, e em um ano ela sai. A empresa recomeça do zero, achando que faltou candidato.

Fazer a pessoa permanecer é outro trabalho, e é o meu: no Trampolim, preparando quem tem deficiência intelectual, e do outro lado do balcão, preparando quem vai receber.

Na escola o desenho é o mesmo. O aluno é matriculado, senta no fundo da sala e passa o ano sem plano. Ensinar de fato é o que ninguém cobra, até o dia em que alguém cobra.

Três formas de me chamar.

Da palestra avulsa aos encontros periódicos com a liderança.

60 a 90 minutos

Palestra

Para abrir a conversa numa SIPAT, semana pedagógica ou evento de diversidade. A sala sai com o mesmo repertório e uma lista do que não estava enxergando.

Projeto com escopo

Assessoria

Leitura do que já existe e plano de ação escrito. Na empresa, o que muda antes da próxima contratação. Na escola, o plano por aluno, no formato que sobrevive a uma pergunta do Ministério Público.

Ao longo do caminho

Acompanhamento

Encontros periódicos com quem responde pelo dia a dia: liderança direta, coordenação, corpo docente. Para quem já entendeu que inclusão não se resolve num evento.

Nenhum dos três é pacote de prateleira, e a maioria dos trabalhos combina os três. Se o seu caso não se encaixa em nenhum, é para isso que serve a conversa.

Retrato de Bianca Salles, de blazer preto e gola alta branca, olhando para a câmera.

Pedagoga, Doutora em Educação Especial, e todo dia dentro de uma sala.

Sou formada pela UFSCar, com Mestrado e Doutorado em Educação Especial pela mesma universidade, os dois com bolsa CAPES. Minha tese investigou processos de subjetivação em comunidades surdas.

Onde eu estou hoje:

  • Representante de Inclusão e Diversidade no Senac São Carlos, onde dou aula de Libras e atuo no Trampolim, que prepara estudantes com deficiência intelectual para o mercado de trabalho.
  • Professora na FATEC São Carlos, em Libras para Gestão de Recursos Humanos.
  • Professora e tutora na Especialização em Educação de Surdos em abordagem bilíngue, da UFSCar.

Palestras, formação de equipe, SIPAT, semana pedagógica.

Auditório visto do fundo da sala, com a plateia sentada de costas para a câmera e Bianca Salles ao microfone no palco, ao lado de um púlpito do Senac.
Bianca Salles sentada num banco alto, ao microfone, num espaço do Senac, com um exemplar do livro exposto num cavalete ao lado.
Mesa de autógrafos vista de cima, com pessoas em volta esperando para ter o livro assinado.
Bianca Salles gesticulando durante uma formação, ao lado do slide “Preconceito e discriminação no ambiente escolar”.
Foto de grupo com cerca de trinta participantes de uma formação, cada um segurando um exemplar do livro Fui capacitista, e agora?
Bianca Salles em frente ao painel do lançamento, coberto por repetições da capa de Fui capacitista, e agora?

Fui capacitista, e agora?

Desconstruindo o capacitismo na prática · Editora Senac São Paulo, 2025
Com Allyne Cristina dos Santos e Tamiris Aparecida Fachinetti

O capacitismo raramente aparece como agressão. Aparece no elogio (“que exemplo de superação!”), na decisão tomada no lugar da pessoa, sem consultá-la, na vaga que não foi oferecida porque alguém supôs que ela não daria conta.

O livro é sobre reconhecer isso na própria prática e sobre o que fazer no dia seguinte.

Disponível impresso ou para Kindle na Amazon

Respostas diretas.

Você já fez isso em empresa, ou só em escola?

Nos dois. Electrolux, Serasa, Comitê Paralímpico Brasileiro, Reatech, além de Senac, Unicamp, UFSCar e rede municipal. O que muda é o vocabulário, não o método: na empresa a pergunta é retenção, na escola é aprendizagem.

Quanto custa?

Eu passo o número na conversa, porque ele muda com a duração, o deslocamento e o que vocês precisam que a sala saia sabendo. O que dá para adiantar: é orçamento de formação institucional, não de palestra motivacional. Se o teto de vocês for menor, eu digo isso nos cinco primeiros minutos.

É online ou presencial?

Os dois. Presencial em qualquer lugar do Brasil, e online quando o formato pede. Já levei palestra e formação de São Carlos, onde eu moro, até Salvador, Recife e Porto Alegre.

O que fica depois?

Da palestra: uma lista do que apareceu na discussão. Da formação: material de apoio e um combinado escrito do que muda na prática. Da assessoria: documento, que é o que sobrevive à troca de gestor.

Quem precisa estar na sala?

Na empresa, a liderança direta de quem vai receber a pessoa, não só o RH. Na escola, quem dá aula, não só a coordenação. Se só o RH e a coordenação forem, o efeito dura uma semana.

Quanto tempo dura?

A palestra dura de 60 a 90 minutos, com espaço para pergunta no fim. É de onde saem as melhores conversas. Assessoria e acompanhamento eu desenho com vocês.

Isso substitui parecer jurídico?

Não. O que eu entrego é técnico-pedagógico. Se o que está em jogo é risco jurídico (autuação, termo de ajustamento, processo), vocês precisam de advogado, e eu digo isso na conversa.

Me escreva, ou chame no WhatsApp.

Se a conversa virar reunião, são 30 minutos, sem custo e sem apresentação comercial.

  1. Você conta o cenário. Onde vocês estão, o que já tentaram, o que emperrou.
  2. Eu pergunto. Provavelmente coisas que ninguém perguntou ainda, e é aí que aparece a lacuna.
  3. Eu digo o que penso, com franqueza. Inclusive quando a resposta é “isso vocês resolvem sozinhos”.

E se fizer sentido continuar: em até dois dias úteis eu mando uma proposta escrita com escopo e valor, e a data só fica reservada quando vocês aprovarem. Se não fizer sentido, você não me deve nada.

Conte em duas linhas o que está acontecendo aí.

Prefere WhatsApp?

Quem atende ali é o Henrique, que cuida da minha agenda e das minhas parcerias.

Chamar o Henrique

Ou escreva direto para contato@biancasallesa.com.br.

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